terça-feira, 21 de julho de 2015

Viroses...

Viroses
As doenças apresentadas nesta seção são causadas por vírus. São as principais responsáveis pela morte de filhotes, mas podem atingir também cães adultos. As viroses mostradas aqui NÃO atingem o ser humano.
Os animais se contaminam através de urina, fezes e secreções de cães doentes. Pelo fato de muitos desses vírus sobreviverem por até 1 ano em condições ambientais, o local onde um cão doente esteve abrigado deve ser evitado por filhotes e cães não vacinados durante esse período de tempo. Mesmo que ocorra a desinfecção do ambiente, o risco de contaminação ainda é considerável.Alguns vírus continuam a ser eliminados pela urina dos animais que conseguiram sobreviver à doença, por vários meses.
Os animais se contaminam através de urina, fezes e secreções de cães doentes. Pelo fato de muitos desses vírus sobreviverem por até 1 ano em condições ambientais, o local onde um cão doente esteve abrigado deve ser evitado por filhotes e cães não vacinados durante esse período de tempo. Mesmo que ocorra a desinfecção do ambiente, o risco de contaminação ainda é considerável.
Alguns vírus continuam a ser eliminados pela urina dos animais que conseguiram sobreviver à doença, por vários meses.

Essas informações são bastante importantes e nos leva à conclusão: deixar de vacinar um cão e levá-lo para as ruas é um risco muito grande. Da mesma forma, os filhotes só podem ter contato com o meio exterior e com outros cães após terminada a fase de vacinação.
Dentre as viroses, as mais temidas são a cinomose e a parvovirose, por serem bastante violentas e altamente contagiosas, causando a perda de muitos animais. A vacinação é o único meio de evitá-las.
Cinomose
É uma doença que atinge os cães, não transmissível ao homem, altamente contagiosa, causada por um vírus bastante resistente ao meio ambiente. Animais de todas as idades podem ser acometidos. 
O período de incubação da cinomose pode chegar a 10 dias. O animal apresenta febre, apatia, perda de apetite, vômitos, secreção nasal e ocular e sinais neurológicos, dentre outros. A doença pode apresentar-se de várias formas, inclusive com sinais neurológicos apenas, o que significa um estágio mais avançado. 
O vírus da cinomose atinge vários órgãos: rins, pulmões e, principalmente, o sistema nervoso, daí os sinais do tipo "tiques", andar cambaleante, ataques convulsivos, etc. Uma vez diagnosticada a doença através dos sintomas, histórico e exames laboratoriais, o animal recebe tratamento de suporte, ou seja, condições para o organismo reagir. 
O curso da doença é variável. O animal pode passar por todos os estágios ou rapidamente apresentar os sintomas neurológicos, que são irreversíveis, mesmo que ele atinja a cura. Atualmente, alguns tipos de terapias podem auxiliar animais com sequelas de cinomose, como é o caso da acupuntura. A morte ocorre com frequência e muitas vezes o dono do animal opta pela eutanásia para aliviar o sofrimento de seu animal. 
Devemos usar de todos os recursos disponíveis na tentativa de salvar o cão. Porém, mesmo com um tratamento intensivo e adequado, a resistência individual é o fator mais importante. Se o cão atingir a cura, ele ficará apenas temporariamente imunizado, e deverá continuar sendo vacinado anualmente.
Parvovirose
A parvovirose é uma doença muito comum e causadora de 80% de morte nos filhotes contaminados. Não é transmitida ao homem. Ela pode atingir cães em todas as idades, daí o cuidado em se manter o cão vacinado anualmente. 
Os sinais são febre, apatia, perda de apetite, vômitos e diarreia profusa. O animal solta as fezes na forma de jatos, de odor fétido e com muito sangue. O cão desidrata rapidamente e deve receber cuidados imediatos. Muitos necessitam de internação, pois a doença aparece de forma abrupta e violenta. 
O tratamento, como no caso de outras viroses, visa dar suporte aos animais para que eles consigam reagir. O período de incubação pode chegar a 12 dias, e o animal que sobreviver à doença ficará imunizado temporariamente. 
A parvovirose não deixa sequelas, e o animal curado ganha peso e volta a se desenvolver rapidamente. Porém, apesar de contarmos com recursos como soro e plasma hiperimunes, que conferem ao animal anticorpos já prontos no tratamento da parvovirose, ela é uma doença que ainda mata muitos filhotes. 
O diagnóstico deve ser feito também através de exames laboratoriais, pois existem algumas verminoses e intoxicações que podem ser confundidas com a parvovirose, se muito intensas.
Coronavirose
É um vírus muito similar ao vírus da parvovirose, causando sintomas semelhantes. É muito difícil diferenciar as duas doenças apenas pelos sintomas. São necessários exames laboratoriais, embora nem sempre essa diferenciação seja necessária, pois o tratamento das duas doenças é semelhante.
A coronavirose pode ser considerada mais branda que a parvo, porém, pode levar à morte muitos animais. Os sinais clínicos são: febre, inapetência, apatia, vômitos e diarreia na forma de jatos. Os animais recebem tratamento sintomático, e as chances de sobrevivência são maiores.
Hepatite Viral Canina
É uma doença causada por um vírus que NÃO atinge o homem. Sua ocorrência é bem menos frequente que a cinomose e a parvovirose, e a mortalidade também não é tão alta. O período de incubação é de 2 a 5 dias. O vírus atinge o fígado e outros órgãos, especialmente os rins. 
O animal pode apresentar desde sintomas leves até um quadro bastante severo. Os sinais clínicos incluem febre, apatia, inapetência, vômitos amarelo-esverdeados, diarreia e, em uma pequena porcentagem de cães, uma alteração ocular denominada "olho azul" (edema da córnea), reversível na maioria dos casos.
O tratamento é sintomático, e visa dar condições de reação ao organismo.
Parainfluenza
É um dos agentes causadores da chamada "tosse dos canis". O vírus, não contagioso ao homem, causa uma tosse não produtiva (sem catarro), com febre baixa ou ausência dela. O quadro persiste por 2 semanas e o prognóstico é bom. Os animais se contaminam pelo contato direto com cães infectados. O período de incubação é de nove dias. A associação de outros agentes (bordetella, adenovirus ou mycoplasma) com a parainfluenza é comum, e pode causar um quadro mais severo, como perda de apetite, apatia, tosse dolorosa e febre alta.
Mantenha seu cão vacinado anualmente, pois as vacinas dadas na fase de filhote devem ser repetidas todos os anos para garantir imunidade ao cão. Nunca tente tratar essas doenças com receitas caseiras, pois elas são graves e precisam de tratamento adequado para que o animal tenha chance de sobreviver.

Doenças comuns em cães

1. Alergia alimentar
O que é: uma resposta imunológica exagerada do organismo a determinada substância presente em alimentos.
O que acontece: de ferimentos na pele provocados pela unha do próprio animal enquanto se coça sem parar até quadros gastrointestinais, como diarreia e vômito, com risco até de óbito, se ele não for tratado.
Causas: aditivos, conservantes e outras substâncias químicas usadas em rações industrializadas são os vilões mais freqüentes. Para alguns bichos, porém, as proteínas da carne bovina podem disparar as mesmas reações alérgicas.
Sintomas: os sinais clínicos mais comuns do problema são: coceira, vermelhidão e descamação na pele, com lesões provocadas pelas unhas do animal.
Prevenção: em primeiro lugar, evite comprar ração de qualidade duvidosa. Elas têm corante, que, além de provocar alergia, prejudica a absorção dos nutrientes pelo organismo. Outra medida é não dar banhos em excesso, que retiram a oleosidade natural que protege a pele dos animais. Outra forma de prevenção é trocar o comedouro de plástico, o qual também pode desencadear uma bela alergia. Prefira o de alumínio, que não traz esse risco.
Tratamento: substitua a ração de sempre por fórmulas especiais. Se o animal é muito alérgico, opte por refeições caseiras, mas aí sempre bem orientadas pelo veterinário, tomando o cuidado de suprir todas as necessidades nutricionais do bicho.

2. Depressão
O que é: ainda faltam trabalhos que expliquem exatamente o que acontece no cérebro dos animais melancólicos, mas alguns apresentam um distúrbio muito parecido com a depressão dos seres humanos. Embora os gatos pareçam menos sentimentais, eles também sofrem com problemas desse tipo.
O que acontece: o bicho passa a recusar comida e brincadeiras, muda drasticamente de comportamento e fica arredio.
Causa: grandes mudanças, separações e solidão são os principais fatores por trás do quadro depressivo.
Sintomas: a angústia em cães geralmente é sinalizada pela mania de se lamberem freneticamente. Alguns, de tanto fazer isso, até ficam com feridas graves nas patas. Entre os felinos, é o dorso que acaba machucado por essa compulsão.
Prevenção: todos os veterinários são unânimes em dizer que o melhor remédio contra a depressão é levar seu amigo para passear. Além do benefício da atividade física - como a produção de neurotransmissores ligados ao bem-estar no cérebro -, as caminhadas estreitam o contato com o dono. E talvez seja sua ausência que tenha provocado o baixo-astral do seu querido bicho de estimação. Então, se ele é mesmo de sua estima, cuide bem dele nesse momento.

3. Erlichiose (doença do carrapato)
O que é: uma infecção gravíssima transmitida por carrapatos portadores de bactérias do gênero erlichia.
Contágio: o carrapato contamina-se ao ingerir o sangue de animais doentes e transmite a bactéria ao parasitar cães saudáveis e, mais raramente, gatos.
O que acontece: entre os problemas desencadeados estão anemia, hemorragia, insuficiência renal, inflamações oculares e alterações neurológicas e de comportamento. Como a bactéria promove uma anemia grave, pode levar o animal à morte.
Prevenção: ela ocorre com a aplicação mensal de remédios para ectoparasitas, que evitam a infestação por carrapatos.
Sintomas: vários sinais indicam erliquiose. Os principais são febre, tosse, vômito, diarreia, depressão, hematomas, perda de apetite, anemia e dificuldade de respirar.
Diagnóstico: a constatação do problema se dá por meio de exames sorológicos ou de DNA.
Tratamento: é feito com remédios, de acordo com o estágio em que se descobriu a doença.

4. Insuficiência renal
O que é: alteração na capacidade de filtragem dos rins, o que acarreta a retenção de ureia e creatinina - dois compostos tóxicos - no sangue e, em compensação, e na eliminação de água, vitaminas e proteínas importantes pela urina.
Causa: a causa mais comum da insuficiência renal crônica é o envelhecimento do bicho com certa predisposição familiar. Já a insuficiência renal aguda costuma estar ligada a fatores isquêmicos, infecciosos ou tóxicos.
O que acontece: o agravamento da doença pode provocar infecções do trato urinário, úlceras na boca e no estômago e pressão alta que leva à cegueira.
Prevenção: algumas raças apresentam maior predisposição a problemas nos rins e devem ser monitoradas regularmente por meio de exames. São elas: lhasa, doberman, beagle e sharpei.
Sintomas: o animal perde o apetite, emagrece rapidamente, passa a beber muita água e faz um xixi bem clarinho a todo momento. Vômitos e diarreia também são sinais da doença. Alguns, ainda, desenvolvem anemia.
Diagnóstico: o diagnóstico se dá por meio de exames laboratoriais de sangue e urina, ultrassom e, em alguns casos, até de radiografias especiais.
Tratamento: o objetivo é restabelecer o equilíbrio orgânico com uma dieta apropriada, isto é, pouco proteica, suplementos vitamínicos e terapia com fluidos e eletrólitos. Quando parte significativa dos rins foi comprometida, a recuperação do órgão se torna inviável, restando apenas a possibilidade de controlar o quadro. A hemodiálise pode ser indicada em situações muito específicas de insuficiência renal aguda, nos casos em que a terapia convencional com fluidoterapia não surte efeito.
As 6 doenças mais comuns em cães e gatos
Bicho é como ser humano: se come além da conta, fica obeso
Foto: Dreamstime
5. Obesidade
O que é: acúmulo excessivo de gordura decorrente da alteração no balanço energético do animal.
Causa: dieta inadequada e sedentarismo são os maiores fatores para o aparecimento da enfermidade. Algumas raças de cães e gatos são mais propensas ao problema do que outras.
Riscos: cães e gatos gorduchos podem desenvolver diabete, problemas nas articulações, doenças cardiovasculares e até alterações neurológicas.
O que acontece: animais gorduchos são sérios candidatos a ter níveis elevados de colesterol e triglicérides. Essas substâncias estão por trás de problemas como convulsão, paralisia, danos nos olhos e alterações neurológicas. Bichos excessivamente gordos estão mais propensos a desenvolver diabete e doenças articulares.
Prevenção: compre ração de boa qualidade, de acordo com a idade e grau de atividade para o seu amigo, não ofereça comida inadequada, controle os petiscos de petshop, estimule a prática de atividades físicas com passeios (no caso dos cães) ou brincadeiras (no caso dos gatos). Respeite a quantidade de ração diária a ser ingerida marcada na embalagem.
Sintomas: para identificar um bicho obeso, basta olhar para ele. Além do corpo rechonchudo, ele pode apresentar sede excessiva (em caso de diabete), falta de fôlego na hora de passeios, e sinais de hipertensão arterial.
Prevenção: compre ração de boa qualidade, de acordo com a idade e grau de atividade para o seu amigo, não ofereça comida inadequada, controle os petiscos de petshop, estimule a prática de atividades físicas com passeios (no caso dos cães) ou brincadeiras (no caso dos gatos). Respeite a quantidade de ração diária a ser ingerida marcada na embalagem
Diagnóstico: o método de diagnóstico mais utilizado é a inspeção e palpação do animal. Ele deve ter as costelas facilmente tocáveis e, quando visto de cima, apresentar forma de ampulheta. Se as costelas do animal não são visíveis, pode indicar que ele esteja acima do seu peso. Mas o veterinário dará o veredito fi nal ao comparar o peso do seu animal como estimado para aquela raça.
Tratamento: um programa bem-sucedido de emagrecimento exige plano nutricional, exercícios físicos diários, monitoramento metabólico e hormonal e acompanhamento veterinário.

6. Otite
O que é: é a popular inflamação de ouvido.
Causas: a doença costuma ter origem infecciosa, parasitária, fúngica ou seborreica.
O que acontece: se não for bem tratada, a otite pode se agravar e provocar uma meningite e ou até infecção generalizada, dois males capazes de matar.
Prevenção: proteja as orelhas do seu bicho durante o banho, tome cuidado com a limpeza do canal auditivo externo e, no caso de cães, não deixe que passeiem com o tronco para fora do carro para que o vento não penetre no canal auditivo.
Sintomas: quando há uma otite, o que fica mais evidente é o coça-coça das orelhas e o balançar frequente da cabeça. Secreção amarelada ou enegrecida e fedida também pode indicar que a infecção está instalada e latente.
Diagnóstico: o veterinário, durante o exame clínico, faz uma otoscopia, ou seja, usa aquele aparelhinho para enxergar o canal auditivo. E, em alguns casos, pode pedir uma coleta de secreção para análise.
Tratamento: o tratamento é feito com antibiótico no caso das otites bacterianas, antifúngicos para a otite fúngica, antiparasitários para a otite parasitária e ceruminolíticos, quando se trata de uma otite ceruminosa ou seborreica.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

NOVO ENDEREÇO PARA MELHOR ATENDÊ-LO!!!

VENHA CONFERIR O NOVO ESPAÇO NA AVENIDA DAS NAÇÕES Nº 250 BAIRRO GERCINO COELHO

AO LADO DA PADARIA E LANCHONETE ESQUINA 240/EM FRENTE AO POSTO PETROBRAS/PRÓXIMO AO SUPERMERCADO REGENTE.



segunda-feira, 22 de junho de 2015

TOSA HIGIÊNICA- O QUE VOCÊ PRECISA SABER






O que é Tosa Higiênica? 
Se você tem um cão ou gato com grande quantidade de pelos, principalmente se forem longos, certamente ouvirá do seu veterinário ou do Petshop onde costuma leva-lo para banho, a sugestão de fazer uma “Tosa Higiênica” no seu animal, independente dele ser de raça ou não, pois a finalidade dessa tosa não é a estética e sim como diz o nome, a HIGIENE do animal. Esse tipo de Tosa, é de real importância, por ajudar a prevenir doenças e evitar odores desagradáveis causadas por ácaros, fungos e bactérias.



O que se faz numa Tosa Higiênica? 

Com o auxílio da máquina de tosa e/ou tesoura  (vale lembrar que a máquina utilizada, é feita especialmente para tosa ,não é igual à máquina de corte de cabelo, é passada pelo corpo do cão de acordo com a direção do pelo. 



As lâminas são de tamanhos diversos, variando de acordo com a raça e o tipo de tosa Deve ser manipulada apenas por profissionais) são aparados os pêlos existentes na região Peri-anal, entre as almofadas das patas, na região abdominal, e em alguns casos os pelos próximos ao focinho e boca, para evitar que o animal se suje ao se alimentar ou ingerir água, também pode ser necessário aparar os pêlos próximos aos olhos (caso haja indicação do veterinário). Para animais com muito pêlo dentro do ouvido, esses são removidos para evitar mau cheiro.



Porque devo fazer e qual a tosa mais indicada? Para:

1. Facilitar manutenção da higiene diária (evitando que alimentos, fezes, grama, gravetos, etc... se prendam e enrosquem no pêlo)
-Tosa Peri-Anal, patas
2. Evitar o acumulo de secreção e umidade favorecendo a ação de fungos e bactérias.
- Tosa Peri-Anal, Próximo aos olhos e focinhos, patas, orelhas
3. Preparação dos cuidados pré e pós cirúrgicos 
-  Peri-Anal, Abdominal
4. Fêmeas prenhes próximo a hora do parto (facilita o nascimento dos filhotes e a higiene da mãe)
- Peri-Anal, Abdominal
5. Amamentação (facilita o acesso dos filhotes a teta, além de evitar que o leite deixe os pêlos úmidos e com odor
- Abdominal
6. Paraplégicos/ tetraplégicos  (ajuda na higiene, no uso de fraldas, melhor para evitar assaduras e feridas)
- Peri-Anal
7.  Problemas de controle das fezes e urina (as mesmas razões do item 6 )
- Peri-Anal
8. No tratamento de Dermatites e outras afecções como parasitas (pulgas, carrapatos, animais resgatados, etc...)
-  Tosa Completa pode ser indicada (Animais que chegam com pêlos embolados, cheios de nós, sujos, com carrapichos, pulgas e carrapatos, na maioria das vezes tentar salvar a pelagem se torna inviável, principalmente pelo sofrimento do animal e raspar acaba sendo a única opção.)



Qual o intervalo entre as tosas?

De 20 dias/ 1 mês  dependendo da pelagem do animal.
Que cuidados é preciso ter?
  1. Como a tosa é feita em regiões delicadas e sensíveis do corpo, é de estrema importância a escolha de um local com  profissional qualificado e de boa higiene com uso de material esterilizado. 
  2. Verifique se o responsável por tosar seu animal tem certificado. A escolha errada da lâmina, a posição errada da passagem da lâmina, qualquer descuido pode resultar em cortes e queimaduras (habilidade e paciência, são qualidades fundamentais, pois muitos animais ficam inquietos e agitados já que é um trabalho que pode levar mais de hora ) .
  3. Faça opção por levar seu animal num Pet Shop recomendado e que tenha a presença de  algum médico veterinário .
  4. Para ser um bom Tosador é preciso também saber dar banho, secar, desembaraçarr, escovar os pelos de maneira adequada, cortar as unhas, limpar os ouvidos e reconhecer quando o pêlo e a pele, ou os ouvidos do animal, não estão saudáveis, e encaminhar ao veterinário responsável. O tosador também deve possuir conhecimento técnico sobre os vários tipos de tosa de acordo com o padrão da raça em questão.
  5. Não é recomendável que a tosa exponha muito a pele do animal, pois sensível essa pode ficar com irritações pelo atrito com o chão (no caso da barriga) e em peles muito claras deve ficar sempre uma leve camada de proteção, principalmente no verão para evitar queimaduras por exposição ao sol. (Acesse e saiba mais AQUI, sobre cuidados para tosa no verão)
  6. Fique atento se seu animal aparecer ferido ou demonstrar medo ao chegar no banho e tosa.

É importante salientar que para cada tipo de pelagem, existe um tipo de tosa recomendada. Animais com pelagens densas e subpêlos como os Chow Chow, Huskie, Akita, devem ter orientação diferenciada. A tosa de um Poodle, para um Maltês ou um Scott Terrier, as necessidades são diferentes, por isso escolha bem o local e o profissional a que irá entregar seu bichinho.


terça-feira, 19 de maio de 2015

Sua cadela deixou os filhotes, não quer mais dar leite a eles eis aqui uma solução!!!!

Leite para cachorro – Substituto de leite materno

Aprenda a preparar em casa um substituto do leite para cachorro.

Receita de leite materno para cachorros - É claro que a maioria da fêmeas alimentam seus filhotes sem a necessidade de complementação, no entanto até mesmo mães mais experientes podem precisar de um pouco de ajuda. Tenha em mente que o leite materno é sem dúvida o mais completo e mais apropriado alimento que existe para um filhote de cachorro desenvolver-se de forma saudável. Através do leite materno o filhotinho receberá todos os nutrientes de que necessita para crescer até a quarta semana de vida, quando poderá ser desmamado e iniciará uma dieta pastosa ou sólida.
Entretanto, muitas vezes precisamos de um substituto de leite para cachorro, seja pelo filhote ter ficado órfão, por rejeição da mãe ou para ajudar em uma ninhada muito numerosa. Além de caro, o leite industrializado não é muito fácil de ser encontrado, portanto, acho muito interessante passar a frente esta receita elaborada pela Universidade de São Paulo. Até a 6ª semana a alimentação deve-se basear no leite administrado na temperatura de 37ºC fornecido 6 vezes ao dia:
Leite para cachorro filhote
Aprenda a fazer leite para cachorro



Leite para cachorro 

Sucedâneo para cães ( serve também para gatos )

  1. 200 ml de leite em pó integral ( ninho)
  2. 1 gema de ovo
  3. 1 pitada de sal
  4. 1 colher de chá de óleo vegetal
  5. 1 colher de chá de mel ou dextrosol
  6. 10 gotas de kalyamon B12 ou Ostelin B12
* acrescentar 2 colheres de sopa de água

Receita de leite materno para cachorros – Quantidade diária requerida em ( ml )
Idade em dias
% do peso corpóreo
3
20
7
25
14
30
21
40

Após a 3ª semana de vida oferecer o leite a vontade.
Importante ressaltar que ao usar uma mamadeira, o filhote deverá estar em pé, nunca deite o filhote, o leite irá por via errada, ele engasgará e terá chance de ter pneumonia.
A mamadeira deve ser higienizada a cada mamada, e o leite que sobrar na mamadeira deve ser desprezado.
A partir dos 21 dias comece a introduzir a ração filhotes bem aos poucos, deve ser amolecida com água morna até que vire uma papinha, ofereça aos poucos até que ele se acostume, vá fazendo isto gradativamente para que até os 45 dias ele já esteja totalmente desmamado e comendo ração seca.


sexta-feira, 15 de maio de 2015

PROMOÇÕES FACEBOOK

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Super Promoção SESSÃO ACESSÓRIOS...Corra e comprove!!!!



VESTIDOS Nº 0 DE:R$ 29,99 POR: R$ 25,00
VESTIDOS Nº 1 DE:R$ 39,99 POR:R$ 34,00



COLETES Nº 1 DE:R$ 29,99 POR:R$ 25,00
COLETES Nº 2 DE:R$ 34,99 POR:R$ 30,00
COLETES Nº 3 DE:R$ 39,99 POR:R$ 35,00


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